Air - Château de Versailles - 29 de Junho
http://www.pocket-symphony.com/
Até ao momento não têm datas marcadas para Agosto... percebem?
Friday, June 15, 2007
53º Festival de Teatro Clássico de Mérida em Lisboa

A Junta de Extremadura apresenta a 53ª edição do Festival de Teatro Clássico de Mérida, dia 19 de Junho, às 11h30, no Museu do Teatro Romano, sito no Pátio do Aljube nº 5, em Lisboa.
O Festival tem como palco principal o Teatro Romano de Mérida e decorre entre 22 de Julho e 26 de Agosto.
No total, vão estar presentes 18 companhias de teatro que se repartem por seis espaços cénicos.
A Companhia de Teatro do Chapitô (na imagem) vai representar Portugal com a peça “O Grande Criador”.
Este é um dos mais importantes festivais de teatro clássico da Europa.
O Festival tem como palco principal o Teatro Romano de Mérida e decorre entre 22 de Julho e 26 de Agosto.
No total, vão estar presentes 18 companhias de teatro que se repartem por seis espaços cénicos.
A Companhia de Teatro do Chapitô (na imagem) vai representar Portugal com a peça “O Grande Criador”.
Este é um dos mais importantes festivais de teatro clássico da Europa.
A apresentação será feita pelo Director do Festival, Francisco Carrillo, estando igualmente presente José Maria Corrales, Director de Promoção Cultural da Junta de Extremadura.
O acesso ao Museu do Teatro Romano faz-se pela Rua do Limoeiro, à Sé de Lisboa.
(nota de imprensa)
Wednesday, June 13, 2007
Podia ter sido melhor, mas...

Tendo em conta o rótulo de prémio de Melhor Filme com que vinha apresentado, Lady Chatterley pecou por ser demasiado longo (quase 3 horas), não obstante o esforço por ser fiel à obra literária de D.H. Lawrence,e pela má realização, patente nessa opção prolongada e não só - planos desfocados e cortes abruptos entre algumas cenas.
Mas, ainda assim, não deixa de ser um bom filme pela história. Sem a virtude de um argumento original consegue reproduzir bem a essência do desenvolvimento da relação amorosa entre Lady Chatterley e o couteiro, Parkin. A química entre os actores, a intensidade sexual das cenas físicas (sem ser hardcore) e a intensidade psicológica do relacionamento que vai aumentando com a intimidade entre o casal e a descoberta individual e a dois, contribuiram para isso.
A ver mas com uma boa dose de paciência, tempo para estar e repor o sono no dia seguinte e em estado saudável- três horas com o efeito do comprimido a fazer suar também não é muito agradável.
Mas, ainda assim, não deixa de ser um bom filme pela história. Sem a virtude de um argumento original consegue reproduzir bem a essência do desenvolvimento da relação amorosa entre Lady Chatterley e o couteiro, Parkin. A química entre os actores, a intensidade sexual das cenas físicas (sem ser hardcore) e a intensidade psicológica do relacionamento que vai aumentando com a intimidade entre o casal e a descoberta individual e a dois, contribuiram para isso.
A ver mas com uma boa dose de paciência, tempo para estar e repor o sono no dia seguinte e em estado saudável- três horas com o efeito do comprimido a fazer suar também não é muito agradável.
P.s. Acho que depois de ver este filme percebi o que uma colega minha queria dizer quando dizia: «quero um pedreiro que lê» ;)
Monday, June 11, 2007
Lady Chatterley: estreia dia 14
Vencedor do César para Melhor Filme de 2006
Adaptação do romance de D.H.Lawrence, Lady Chatterley é a história de Constance (Marina Hands), uma jovem mulher que, no seu castelo, vive dias monótonos, cismada no seu casamento e no sentido do dever. Primavera, no coração da floresta de Wragby. Constance conhece Parkin (Jean-Louis Coullo'ch), o guarda-caça. O filme é a história deles. A narrativa de um encontro, de uma domesticação difícil, de um lento despertar para a sensualidade nela, de um longo retorno à vida para ele. Ou como o amor é uno com a experiência da transformação.

de Pascale Ferran
com Marina Hands, Jean-Louis Coullo'ch, Hippolyte Girardot, Hélène Fillières, Bernard Verley, Sava Lolov, Jean-Baptiste Montagut, Michel Vincent e Christelle Hes
(Bélgica, França e Reino Unido 2006)
in Expresso (Cartaz)
Adaptação do romance de D.H.Lawrence, Lady Chatterley é a história de Constance (Marina Hands), uma jovem mulher que, no seu castelo, vive dias monótonos, cismada no seu casamento e no sentido do dever. Primavera, no coração da floresta de Wragby. Constance conhece Parkin (Jean-Louis Coullo'ch), o guarda-caça. O filme é a história deles. A narrativa de um encontro, de uma domesticação difícil, de um lento despertar para a sensualidade nela, de um longo retorno à vida para ele. Ou como o amor é uno com a experiência da transformação.

de Pascale Ferran
com Marina Hands, Jean-Louis Coullo'ch, Hippolyte Girardot, Hélène Fillières, Bernard Verley, Sava Lolov, Jean-Baptiste Montagut, Michel Vincent e Christelle Hes
(Bélgica, França e Reino Unido 2006)
in Expresso (Cartaz)
Thursday, June 7, 2007
Deixa-me lembrar, essa história...

Ultimamente tenho tido tantas saudades de ouvir o Palma, sobretudo depois do anúncio do seu novo disco, "Vôo Nocturno"
( mais informações em
'Sete (Está-se tudo a passar)', 'Maçã de Junho', 'Jeremias, o Fora da Lei', 'Eternamente Tu', 'Cara de Anjo Mau', 'Terra dos Sonhos', 'Tempo dos Assassinos', 'Picado pelas Abelhas', 'Eles já estão fartos', 'Dá-me Lume' e tantas, tantas outras, que ouvi e vou ouvindo desde que descobri mais aprofundadamente o universo musical e poético do Jorge Palma, através de amigos, de amigos, nos tempos do liceu.
Hoje fico-me pela primeira: 'Sete(Está-se tudo a passar)':
São sete da tarde e está-se tudo a passar
Uns andam para a frente, outros querem virar
Outros ainda sonham com paragens distantes
Mas logo alguém ameaça com passos galopantes
São sete da tarde e passa tudo a correr
Alguém vai para casa tratar mal a mulher
Ele acha natural, ela esconde as suas rugas
Aquele ali vai p'rós copos tratar das suas fugas
Rei, infante, dama tão delirante
Que até os seus próprios sonhos desfaz
Valete condescendente, nem se digna a fazer frente
À magnitude do ás
O sete de paus nunca encontrou o seu canto
O sete d'ouros carrega cada vez mais encanto
O sete das espadas já ganhou outra cor
E o sete que era de copas... perdeu o seu amor
madrugada a dentro está-se tudo a passar
um homem discursa, sete estão a aturar
há quem evite as pedras que o destino arremessa
e o homem tem uma ideia... morrer durante a peça
rei, infante, dama tão delirante
que até os seus próprios sonhos desfaz
valete condescendente, não se digna a fazer frente
à magnitude do ás
à magnitude do ás.
Wednesday, June 6, 2007
Present Tense (O Eddie sabe das coisas)

Do you see the way that tree bends?
Does it inspire?
Leanin' out to catch the sun's ray
A lesson to reapply
Are you getting something out of this?
All encompassing trip
You can spend your time alone
Redigesting past regrets, Oh
Or you can, come to terms and realize
Your the only one, you can forgive yourself, Oh
Makes much more sense to live in the present tense
Have you ideas on how this life ends?
Checked your hands and studied the lines?
Have you the belief that the road ahead
Ascends off into the light?
Seems that needlessly it's gettin' harder to find
And approach... Ain't no way to live
Are we gettin' something out of this
All encompassing trip
You can spend your time alone
Redigesting past regrets, Oh
Or you can, come to terms and realize
Your the only one, you can not forgive yourself, Oh
Ah, makes much more sense to live in the present tense
Pearl Jam, in No Code
Sunday, June 3, 2007
As grande lições do Principezinho
«Mostrei minha obra prima às pessoas grandes e perguntei se o meu desenho lhes fazia medo.Responderam-me: "Por que é que um chapéu faria medo?"
O meu desenho não representava um chapéu. Representava uma jibóia a digerir um elefante. Desenhei então o interior da jibóia, a fim de que as pessoas grandes pudessem compreender. Elas têm sempre necessidade de explicações. O meu desenho número 2 era assim:

As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jibóias abertas ou fechadas...»
P.s. às vezes sentimos que temos de ou estamos a engolir um elefante inteiro. Por isso aconselharam-me a comê-lo por pedacinhos, saborear cada um deles, de cada vez, até que somados resultem no elefante (completo). É a única aproximação possível à da jibóia.
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