
Tendo em conta o rótulo de prémio de Melhor Filme com que vinha apresentado, Lady Chatterley pecou por ser demasiado longo (quase 3 horas), não obstante o esforço por ser fiel à obra literária de D.H. Lawrence,e pela má realização, patente nessa opção prolongada e não só - planos desfocados e cortes abruptos entre algumas cenas.
Mas, ainda assim, não deixa de ser um bom filme pela história. Sem a virtude de um argumento original consegue reproduzir bem a essência do desenvolvimento da relação amorosa entre Lady Chatterley e o couteiro, Parkin. A química entre os actores, a intensidade sexual das cenas físicas (sem ser hardcore) e a intensidade psicológica do relacionamento que vai aumentando com a intimidade entre o casal e a descoberta individual e a dois, contribuiram para isso.
A ver mas com uma boa dose de paciência, tempo para estar e repor o sono no dia seguinte e em estado saudável- três horas com o efeito do comprimido a fazer suar também não é muito agradável.
Mas, ainda assim, não deixa de ser um bom filme pela história. Sem a virtude de um argumento original consegue reproduzir bem a essência do desenvolvimento da relação amorosa entre Lady Chatterley e o couteiro, Parkin. A química entre os actores, a intensidade sexual das cenas físicas (sem ser hardcore) e a intensidade psicológica do relacionamento que vai aumentando com a intimidade entre o casal e a descoberta individual e a dois, contribuiram para isso.
A ver mas com uma boa dose de paciência, tempo para estar e repor o sono no dia seguinte e em estado saudável- três horas com o efeito do comprimido a fazer suar também não é muito agradável.
P.s. Acho que depois de ver este filme percebi o que uma colega minha queria dizer quando dizia: «quero um pedreiro que lê» ;)





Talvez por isso, em vez de um TGV cultural, tenha preferido seguir em carruagens do passado até aos confins do mundo, onde tudo é tão agreste e simples, e pegar no "Patagónia Express" do Luís Sepúlveda.(um dos que ainda não li dele - capa na imagem em baixo) como próxima paragem da minha vagarosa e ainda curta viagem por estes territórios da cultura. 